Foto: http://sol.sapo.pt/photos/crisruas/images/332027/425x425.aspx"Não é justo alguém ter o direito de ter uma empresa de aviação e outro não ter o direito de comer um pão." /////// JAMAIS IDE A UM LUGAR GRANDE DEMAIS. A UM LUGAR AONDE NÃO TENHAIS CORAGEM DA IMENSIDÃO - EMANOEL BARRETO - NATAL/RN
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Foto: http://sol.sapo.pt/photos/crisruas/images/332027/425x425.aspxquarta-feira, 11 de novembro de 2009
Foto: Lula Marques/Folha ImagemA falsa rebeldia ou rebeldes sem causa
Emanoel Barreto
A Folha Online traz a foto acima, com o seguinte texto: "Alunos ficam pelados na sala da reitoria da Unb (Universidade de Brasília) em repudio ao ato contra Geyse Arruda na Uniban." Pergunto: o que tem a UnB com a questão da jovem que foi apupada pelos colegas, por vestir-se com vestido curto demais? Por que tentar politizar (existe uma política do corpo, lembra?) numa universidade o que aconteceu em outra, a Uniban?
A jovem foi agredida pelos colegas na Uniban. Errado. Muito errado. Erraram todos os que o fizram. Todavia, levando o caso para outra visão, distanciada e crítica, o que temos? Temos, objetivamente, uma moça que, manipulada pelos padrões da indústria da moda, que diz que a mulher para ser vista como bela deve mostrar-se semidesnuna, revela-se frívola e desconhecedora de que a mulher não precisa assumir-se como objeto sexual para se impor ou anunciar-se como bela.
E os rapazes e moças da UnB, por que não comparecem seminus no cotidiano de suas aulas? Se esse seria o normal de cada um, a convicção de cada um, esse comportamento idiossincrático deveria tornar-se corriqueiro. Ai, sim, seria o exercício de uma política do corpo consequente. Cada um vestindo-se, ou desvestindo-se a seu talante, e exigindo respeito a essa individualidade.
O que ocorreu em Brasília foi apenas uma manifestação tardia, um ersatz, um sucedâneo tolo dos já distantes protestos e happenings dos anos 1960. Naquela época existia todo um sentimento de contracultura, uma postura forte de ruptura com os padrões. Hoje, apenas tentativa pálida de protesto de um grupo de jovens que, certamente, preferiu um comportamento discrepante e fugaz, em vez de fazer seus deveres de casa.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMZLhjN2j1HwIezqPr_EYbe0gxjVYBWWMUSeQJpZMr6cenTDHr4L4uOn2d8k4Iu6TUHge2WDbzHlCikoQOmVBKIwFmM4TLwM1RqidJbxmM3EwGuOTfJwYWXQjaebM-9SHXNHc3/s400/Liberdade.jpgsegunda-feira, 9 de novembro de 2009
Foto: Pawel Kopczynski/ReutersMenos, companheiro, menos...
Emanoel Barreto
A foto da Reuters registra o momento em que mulher deposita flores onde já foi o muro de Berlim, cuja queda é hoje comemorada como marco de "liberdade". Sem qualquer louvação ao tipo de socialismo praticado pelos alemães do leste, é preciso levar-se em consideração o que é "liberdade". Todos os sistemas do mundo se apresentam como regimes de liberdade.
Liberdade para quem? Para o geral, para o todo, ou para os que criam esse conceito? O totalitarismo no estilo soviético é algo deplorável, uma espécie de depravação civil. Mas, imaginar-se que, sob o capitalismo, que é também uma forma de totalitarismo, estamos em liberdade, é algo que a ideologia, como falseamento da realidade, trabalha e muito bem.
Foi bom cair o muro? Foi. Mas, entendo que não há liberdade onde persistem pobreza, discriminação, sofrimento e manipulação de seres humanos para o lucro de uns poucos. De qualquer maneira a democracia formal, em sua formalidade mesma , é algo que permite vislumbre da possibilidade de um passo adiante, para uma sociedade mais justa.
Mas, insisto: dizer que se comemora a "liberdade" é um pouco de exagero, no mínimo isso. Pode-se comemorar? Até creio que sim. Mas, menos, companheiro, menos...
sábado, 7 de novembro de 2009
Foto: http://media.photobucket.com/image/biquine/rslonik/nM/brasil_bikini_01.jpgsexta-feira, 6 de novembro de 2009
A verdade e a mentiraquinta-feira, 5 de novembro de 2009
Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3OiG8uUz36DetF6Xlu2ZE4cvXl2ctsiEW82OtKZ1fJFk1t7O-U9ktGPHWVFZNoyNhwnCTJkpQbOaYFjN1goxDS_mGdUYre2tsMkIw0dMGordXiLpG7wjvygWgNi-heVIbXr8w/s400/goiaba+4.jpgquarta-feira, 4 de novembro de 2009
Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiidNvJ7VH8BwKRQc8imHdZDZZjV-10elv7Io7b443y3REpuOul-1x4GnvRkSzaQtA2uUPEXdQT0mALVfGBtbN7LwIcWoROTjOakl5fEN0DSCdFcTdStKl0oE79FODJOtLG_ozs/s400/raios.jpgsegunda-feira, 2 de novembro de 2009
Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYNpghgAyO94g7QafQa2NujcQrvtkB6odNLjF6PzgFSWx1qmt9pCjqY5Fe-y_EElesz7cRerCWxtrFVmMJL_Rm-UrbxekNvi3-s-P3il9wHMZ40wNG2qOkOCBg3x75-DxzOIt-/s400/800px-Vasnetsov_samolet.jpgUrgente: os 40 ladrões de Ali Babá estão vindo para Natal
sábado, 31 de outubro de 2009
Foto: http:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5_Vr9lGYIEKY2evaY1zRg3WnhhY3m-uzE26ATCpoBWOczlfzajCxb-FzpvcgjAFhquU1YOigDL5u9Q_KtIQ46Xo345OgzvFX9bh0Lcgh6tqlpBKQYezsEuHDHSQBffYjzhzYL/s400/M%C3%A1quina+do+Tempo+Steampunk_4.jpgsexta-feira, 30 de outubro de 2009
A mulher-objetoquinta-feira, 29 de outubro de 2009
Foto: http://images.google.com/imgres?O idioma das mãos
Emanoel Barreto
As mãos? Sim, as mãos gritam em seu silêncio de gestos.
E dizem abraços que nunca receberam.
As mãos? Sim, as mão falam todos os idiomas da angústia,
quando são mãos desvalidas.
E depois, cansadas de não ser nunca entendidas,
recolhem-se às furnas e aos becos.
E, à noite, calam na boca dos famintos
o gemido torto dos que têm fome e sede de justiça.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Foto:http://www.andaluciaimagen.com/Frutos-ainda-vida--alegria_106976.jpgUma cara de alegria
Emanoel Barreto
O mundo estava feio, mais ainda havia coragem para lutar. As cores estavam escuras, mas persistia no íntimo da força a disposição de não se curvar. As nuvens, carregadas, pareciam anunciar tempestades. Mas, nas mãos que se davam, se escondia um sorriso de alegria. A alegria de ter coragem para lutar. E essa chama iluminava o caminho.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Emanoel Barreto
domingo, 25 de outubro de 2009
A sodoma da brutalidadeEmanoel Barreto
sábado, 24 de outubro de 2009

Seremos alegres e estaremos sempre a cantar. Nossas panificadoras terão feixes de trigo enfeitando suas portas. Teremos uma fazenda e um horto florestal. Plantaremos o mogno, o jacarandá, o pau-ferro, o pau-brasil, a aroeira, o cedro. Plantarei árvores para as gerações futuras.
Meus filhos plantarão o trigo e o milho, e serão padeiros. Terão moinhos e serrarias e panificadoras. Deixarei no mundo uma vasta descendência de homens e mulheres, ligados profundamente ao trabalho e à terra que os ensinarei a amar.
E morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.
Eu voltarei...
A pedra do meu túmulo será enfeitada de espigas de trigo e cereais quebrados, minha oferta póstuma às formigas que têm suas casinhas subterra e aos pássaros cantores que têm seus ninhos nas altas e floridas frondes.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A política e as trinta moedasPara Berzoini, as críticas revelam "superficialismo político do momento". "A frase de Lula sobre Jesus provocou uma onda de farisaísmo, reveladora do superficialismo político do momento", escreveu ele no Twitter (microblog). "Afinal, o moralismo seletivo é uma das piores formas de farisaísmo. E a demagogia dos fariseus no tempo de Jesus repete-se nos atuais."
Lula disse que era preciso fazer alianças para ter apoio no Congresso. "Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão", disse Lula em entrevista à Folha.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Emanoel Barreto
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
E aí, vamos tirar a roupa?Emanoel Barreto
A Folha diz: Depois de vestir uma sunga vermelha nos corredores do Congresso, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) decidiu nesta quarta-feira devolver o "presente" à apresentadora do programa "Pânico na TV", Sabrina Sato. Em um encontro com a apresentadora em seu gabinete, Suplicy devolveu a sunga a Sabrina --que na semana passada convenceu o senador a vesti-la por cima do terno e hoje ofereceu o acessório ao ministro Paulo Bernardo (Planejamento).
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Os mortos são inimputáveissegunda-feira, 19 de outubro de 2009
O pequeno mistérioEmanoel Barreto
sábado, 17 de outubro de 2009
Ricardo Moraes/Reutersquinta-feira, 15 de outubro de 2009
Os afetos quarta-feira, 14 de outubro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
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sábado, 10 de outubro de 2009
Encabulada em dó maiorEmanoel Barreto
Ela chegou. Veio em passos de pantera e de veludo azul.
Atravessou o grande salão e, fazendo isso, a música parou. Atravessou o salão e, fazendo isso, deu-se a descobrir.
Estava ali uma mulher completa, intensa, inteira, farta, doidivanas;
Petulante, sólida, perfeita;
Camarada, amiga, doce solidão a dois;
Feminina, forte, descobridora;
Caminhante, sã, insana primavera;
Distante, pertíssimo, misteriosa, bela;
Felina, feliz, atraente, difícil;
Viajante, indagadora; senhora de respostas, autora de dúvidas.
Um romance inscrito em corpo de mulher.
A festa como que parou, só para vê-la. Dirigiu-se a uma mesa, sentou-se: - Dança? A pergunta havia partido de uma voz masculina em dó maior, grave. - Sim, foi a resposta que ela deu, pondo-se de pé. Com a orquestra o cantor discorria um bolero. Os passos dos casais coleavam em meio ao claro-escuro do salão. Maracas e bongôs pontuavam a música com seu remexido côncavo-convexo.
A voz de dó maior perguntou: - Qual o seu nome? Ela respondeu em surdina: - Encabulada.- Como? - foi a dúvida seguinte, ante a resposta inesperada. - Encabulada - ela disse com um sorriso de meia lua, as costas da mão encostadas na nuca do dó maior.
- Você, encabulada? - o dó maior quis saber, pois, naquela mulher, não havia espaços de silêncio.- Eu não disse que estou encabulada. Eu disse que sou Encabulada. É diferente. Sou diferente de todos e igual a mim mesma. E como não sou resposta, mas proposta, espero sempre as perguntas. As perguntas certas. Daí, porque sou Encabulada. Não vou às pessoas, elas têm que vir até a mim. Dou a impressão de estar retraída, distante do mundo, para que me descubram o caminho. Poucos descobrem... Daí, dou a impressão de estar encabulada. Mas quando alguém me descobre, está com Encabulada. Dá para entender?
O dó maior fez que sim e continuaram a dançar boleros firmes, ajustados, justos, encaixados, mínimas, semínimas, colcheias e acordes. Os violões agudos perfuravam a noite: flores e floretes, enigma de passos.Aí, foi ela quem perguntou: - Seu nome? O dó maior pensou um pouco e respondeu: - Pode me chamar de Colecionador. Sou um colecionador. Um colecionador de situações, as mais inesperadas, estranhas, belas, difíceis, lamentáveis, boas. Situações que às vezes procuro, outras não; um tempo lamento, outro tanto gosto. Como agora, que descobri você, essa mensagem cifrada, num código que ainda desconheço, mas que vou aprender. Ficou encabulada, Encabulada?
Ela voltou com seu sorriso de meia-lua e respondeu: Não. Ela não havia ficado encabulada. Afinal, disse, uma situação se constrói a dois, passo a passo, gesto a gesto, ato a ato, palavra-por-palavra. Até que, como a brisa marinha, se transforme numa lembrança. Mas, isso, já é outra situação...
E, Encabulada e Dó Maior ficaram assim, colecionados de si, pasmos e presos ao bolero que dizia as coisas que todos os boleros dizem. E no depois do tempo, fizeram-se um só, fazendo-se brotar no meio do salão.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
O medo do corpo quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Emanoel Barreto
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Cavalo de TróiaEmanoel Barreto
De Tróia virá grande cavalo
que passará por sobre nós
com suas patas de aço.
E o louvaremos com cânticos e guirlandas.
Depois, do cavalo saltarão Eles.
E nos levarão até o último florim.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Foto: vita-passione-amore-emotu.blogspot.comA estranha procissão de lêmures
Emanoel Barreto
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
SE SE CALA O CANTOR
--- Walter Medeiros – walterm.nat@terra.com.br *
Uma música em espanhol chegava pelas ondas do rádio para quem sintonizava a Rádio Havana às 6:00 horas da manhã, naquele tempo em que a censura imposta pelo regime militar proibia tudo, e a cada proibição causava um prejuízo inestimável e irrecuperável ao povo brasileiro. A voz de Mercedes Sosa se juntava às de Juan Baez, Pablo Milanez, Milton Nascimento e Elis Regina, em gritos revolucionários desenhados pelas letras de Violeta Parra, entre elas Gracias a la vida.
Pela manhã, os estudantes repetiam baixinho aquelas músicas, junto com o “Vai levando” de Chico Buarque, “Apenas um rapaz latino-americano” de Belchior e um “Argumento” (Ta legal, eu aceito o argumento / mas não me altere o samba tanto assim) de Paulinho da Viola. E seguiam para a noite aonde, nos bares da vida podiam conversar, mesmo que sob olhares dos agentes da ditadura, gritando pelo garçom que apelidaram de “I me free”, para sentir, pelo menos na imaginação, alguma sensação de liberdade.
Faltava liberdade naqueles bares, naqueles campi e nas ruas, pelas quais circulavam revolucionários em atos clandestinos, na luta por dias melhores na Argentina, no Brasil, na Nicarágua, no Chile, na Espanha, em Portugal, Angola, Moçambique e tantos outros países dominados pelos regimes de exceção. Luta que terminou vitoriosa em todos esses lugares, com a retomada dos processos democráticos a partir de bandeiras que reafirmavam: “O povo unido jamais será vencido”.
Eram momentos de vida ou morte, mas que comportavam versos inesquecíveis na voz de Mercedes Sosa propagando os poemas de Pablo Neruda: “Me gusta cuando calas” e era somente aí que se sentia bem com o silêncio. Não o silêncio imposto pela censura, mas o silêncio do amor. Eram versos daquelas belas páginas de “Vinte poemas de amor e uma canção desesperada”, na qual Neruda mostrava um dos maiores gritos da história do homem: “Posso escrever os versos mais tristes esta noite”.
A tristeza veio da truculência, quando Juan Baez foi probida de cantar no Brasil, sob alegação de que sua música era subversiva. Ela que planejava trazer gande prestígio à música brasileira, gravando um disco completo com músicas de Chico Buarque de Holanda. Da mesma forma que nos carnavais brasileiros a censura proibia até ouvirmos a marcha “Bandeira Branca” com Dalva de Oliveira, confundindo-a com a música “Bandeira Branca” de Geraldo Vandré.
Nesta manhã de outubro chega a notícia da morte de Mercedes Sosa. Aquela lutadora que percorreu continentes em nome das mães argentinas e dos povos oprimidos, transformando-se numa cidadã do mundo. Que escreveu belíssimas páginas da música popular, cantando sempre com seu imenso coração e enfeitando o mundo com sua voz forte e poderosa. Com a morte de Mercedes Sosa – como diz a música “Se se cala el cantor” - cala-se um pouco a vida.
*Walter Medeiros é jornalista
domingo, 4 de outubro de 2009
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sábado, 3 de outubro de 2009
Foto: Estadãoquinta-feira, 1 de outubro de 2009
Kevork Djansezian/APA Folha diz: A galeria de arte Tate Modern, de Londres, retirou de uma exposição sobre arte pop uma foto da atriz Brooke Shields nua aos dez anos de idade que estava provocando polêmica.
A obra do artista Richard Prince foi feita em 1983 a partir de uma imagem capturada pelo fotógrafo Gary Gross, e mostra a atriz de "Lagoa Azul" nua, enquadrada do joelho para cima, usando maquiagem carregada e olhando diretamente para a câmera.
A polícia metropolitana de Londres aconselhou a galeria na decisão de não incluir a foto na mostra "Pop Life: Art in a Material World" (Vida Pop: Arte em um Mundo Material), que será inaugurada hoje.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Ilustração: Seu Estranho Blogspotterça-feira, 29 de setembro de 2009
Emanoel Barreto
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Tudo, menos Serra...O importante, nesta quadra histórica, é impedir a volta de um tucano ao Poder, seja ele Serra ou Aécio. O temor, o meu temor, é que um dos dois, eleitos, venham a leiloar o petróleo ao capital internacional, especialmente o pré-sal, reserva que tem ativado o olho-gordo dos países ricos.