
"Não é justo alguém ter o direito de ter uma empresa de aviação e outro não ter o direito de comer um pão." /////// JAMAIS IDE A UM LUGAR GRANDE DEMAIS. A UM LUGAR AONDE NÃO TENHAIS CORAGEM DA IMENSIDÃO - EMANOEL BARRETO - NATAL/RN
sábado, 9 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009
Tá ligado?Emanoel Barreto
A manipulação, a alienação, o descolamento dos jovens frente à realidade é algo que preocupa. O consumismo, um hábito, estilo de vida. A tolice, quase um requisito.
No fim, quando se derem conta, estarão de costas para si mesmos e perderão a noção de que o tempo passou.
Vão para o orkut, usem o MSN. Depois, não digam mais nada. Afinal, vc pde sta flando so c a galera e naum ntar q a vda si passouuuu...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Valha-me, minha Nossa Senhora!segunda-feira, 4 de maio de 2009
Conversando com DrummondEmanoel Barreto
Bêbado, louco ou largamente humano?
Não sei. Não sei. Não sei.
Mas a estátua, com certeza, fala,
em seu silêncio de bronze eterno e sábio:
"Sei que tens razão. Mas, de qualquer forma,
também não sei, não sei, não sei..."
sábado, 2 de maio de 2009
O silêncio que se formasexta-feira, 1 de maio de 2009
Dia do Trabalhoquinta-feira, 30 de abril de 2009
Chá, vitamina C e camaquarta-feira, 29 de abril de 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009
Um amigo me mandou uma mensagemsegunda-feira, 27 de abril de 2009
O progresso que fracassouEmanoel Barreto
O governo americano poderia assumir o controle da fabricante de veículos GM (General Motors) em troca de oferecer outros US$ 11,6 bilhões em ajuda à montadora, segundo o plano da empresa para acelerar seu plano de reestruturação --que envolve ainda a extinção da marca Pontiac, o corte de de 21 mil empregos e o fechamento de 13 unidades nos EUA até o final de 2010. A notícia está na Folha Online e traz uma informação paralela: o Estado americano assumindo o papel que originariamente seria do capital.
Isso vem de encontro aos mais sacros princípios do capitalismo, que vê no Estado um ente que deve o mais possível ser mantido afastado do mercado que, por si só, encontraria "naturalmente" as suas próprias soluções. Na verdade, o que o mercado encontrou foi o seu próprio e angustiante problema. Tramou-o, executou-o com frieza exemplar e agora tem de se curvar à constatação: não é solução para problemas históricos da produção, muito menos para a solução social desses problemas.
Exige-se, por consequência, a presença estatal para disciplinar aqueles que queriam a desregulamentação total. A história não é algo que se construa linearmente. Nada garante que uma determinada situação implique necessariamente uma outra, sem que haja em sentido contrário algum movimento. Ou seja: o neoliberalismo apregoou aos quatro cantos do mundo que o capitalismo seria etapa insuperável do desenvolvimento, até mesmo como decorrrência do falido "socialismo real", quando caíram o Muro de Berlim e o império soviético.
Agora, uma nova situação se posta. O mundo caminha e mais do que nunca se exige ao mundo uma revisão de valores políticos e ideológicos, para a construção de um tempo onde o trabalhador não seja apenas mais uma peça da máquina empresarial. O mercado é criação perigosa e que pode fugir ao controle dos seus criadores, devorando-os quando não é contido.
sábado, 25 de abril de 2009

Vamos passear de avião?
Emanoel Barreto
O poder opinativo da charge é nada desprezível. Que o digam os políticos e outras personalidades de mídia. Eminentemente editorial, a charge é uma espécie de piada a partir do mundo real. Mas uma piada corrosiva, ácida, uma sátira, uma denúncia. Pela charge os políticos se tornam lamentáveis.
Dizem que Getúlio Vargas colecionava as que saíam com ele. Mais para fazer tipo, claro. Porque, com o Departamento de Imprensa e Propaganda, o famigerado DIP, publicar charge era uma concessão, uma liberalidade, que o ditador concedia até mesmo como forma de se auto-propagandear.
Mas ilustração como essa, publicada hoje pela Folha, funciona como petardo, míssil jornalístico a cair sobre o Congresso, onde verdeja a cultura da corrupção como coisa sagrada. Deputados e senadores, muitos deles, veneram a corrupção como algo sacro, respeitável, bento; querido e nascido do mais íntimo de suas almas escuras.
Por isso a importância das charges. Mas, para entendê-las, é preciso ser leitor, leitor diário de jornais. Acompanhar a vida da cidade, do Estado ou do País, do mundo até, a fim de compreender a piada impressa em seu contexto. No mais, é continuar fazendo carga sobre as imoralidades do Congresso, essa casa onde muitos são porcos.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Eles querem Santos DumontEmanoel Barreto
Causam perplexidade, senão indignação, as palavras do senador Epitácio Cafeteira(PTB-MA): "Daqui a pouco, estaremos recebendo vale-transporte", quando reclamava das medidas moralizadoras no uso das passagens aéreas pelos parlamentares. Não, ele não quer vale-transporte, quer mais. Se dessem chance, certamente iria querer até mesmo o Air Force One, o avião que transporta os presidentes americanos, com Santos Dumont como piloto .
O que no Brasil chamamos de classe política, além de sociologicamente ser um erro, incorre em outro deslize: na presença de desclassificados como portadores de diploma de legislador ou governador. Não é isso o que se tem visto, em mais um escândalo?
No Congresso há uma teia escusa, escura e sinistra aos interesses públicos, comerciando passagens, promovendo tramoias, enganando, ludibriando, furtando. Os jornais não devem nem podem parar de denunciar e expor seus nomes. É preciso punição pública, já que para eles não haverá punição penal.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Os detetives e o mundo realPiratas virtuais invadiram os computadores do Pentágono e tiveram acesso a dados do projeto de construção do avião caça Joint Strike Fighter, um dos mais caros já empreendidos pelo Departamento de Defesa dos EUA, orçado em US$ 300 bilhões. A administração de Barack Obama está tomando medidas para conter essa escalada, inclusive contratando piratas virtuais. A ideia é contratar pessoas que exercem esse tipo de atividade para que elas ajudem a melhorar a segurança das redes de comunicação do país.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
"Vossa Excelência me respeite!"Emanoel Barreto
Em resposta, Mendes disse que "está na rua". Barbosa, por sua vez, voltou a atacar o presidente do STF. "Vossa Excelência não está na rua, está na mídia destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro."
Irritado, Mendes também pediu "respeito" a Barbosa. "Vossa Excelência me respeite", afirmou. "Eu digo a mesma coisa", respondeu o ministro.
Os ministros Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio Mello atuaram como "bombeiros" para tentar encerrar o bate boca. "A discussão está descambando para um campo que não coaduna com a disciplina do Supremo", disse Marco Aurélio ao pedir o encerramento da sessão.
Barbosa chegou a afirmar que Mendes não estava falando com os seus "capangas de Mato Grosso". O ministro disse que decidiu reagir depois que Mendes tomou decisões incorretas sobre os dois processos analisados pela Corte.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Agressão a uma criançaEmanoel Barreto
Maísa, a menininha encantadora que apresenta programa no SBT, está sofrendo assédio de dois paparazzi, o que obrigou a família a tomar precauções com ela até na escola, a fim de que não seja incomodada pelos dois fotógrafos.
Essa é uma das mais lamentáveis formas de jornalismo: fotógrafos que perseguem celebridades de forma impiedosa, tirando-lhes a privacidade e, se possível, intimidade. O jornalismo tem muitas formas perversas de manifestação, desde a distorção intencional de noticiário, opiniões enviesadas para ludibriar o leitor, até chegar a essa forma de nada recomendável de manifestação.
No caso, o desrespeito a uma criança assume proporções criminais, especialmente pelo fato de que se trata de alguém em fase de formação e cuja exposição de mídia, por si só, precisa ser bem monitorada pelos pais, a fim de que um muito compreensível deslumbre com a fama não venha a ter consequâncias desastrosas.
Paparazzi são pessoas que se voltam para o chamado jornalismo de faits divers, cuja essência são a banalidade e a frivolidade. Tudo o que alguém famoso faça e que puder ser captado pelas lentes se transforma em notícia, mesmo que não tenha importância alguma que não seja a exposição mesma de pessoa célebre. Chega à esfera criminal e como tal deve ser tratada.
domingo, 19 de abril de 2009
Um xerife na políticaEmanoel Barreto
O delegado Protógenes Queiroz, que dirigiu a Operação Satiagraha, agora que está sob fogo nutrido, e buscam transformá-lo de investigador a investigado, admitiu que pode ser candidato. Só não disse a que cargo nem por qual partido. A Operação Satiagraha investiga o banqueiro Daniel Dantas por fraudes e outros atentados aos dinheiros públicos, além de tentativa de corrupção de investigadores da PF, a fim de que não o indiciassem.
Não é pouca coisa e as elites sabem que não é. Portanto, estão mobilizadas para a desestruturação moral e profissional de Protógenes. Segundo tem dito às coisas de jornal em todo o Brasil, estaria sendo chamado pela opinião pública a ingressar na política e, em pronunciamentos públicos, é chamado de "o delegado do povo".
Somente há uma coisa de que não gosto: a transformação de alguém em herói de ocasião, que passa a ser tido e havido como a essência da honradez e capaz de mudar tudo no ensombrado e viscoso mundo do Congresso Nacional. Nada mais reducionista. De qualquer forma, Protógenes parece ser um policial correto. Vamos ver no que vai dar.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Pensam que somos burrosEmanoel Barreto
Uma definição de notícia diz que notícia é tudo o que o jornalista queira que seja notícia. Ou seja: dotado do poder de publicar o que queira, basta selecionar um fato, um fato qualquer, mesmo o mais desimportante, que é possível elevá-lo a essa condição. A Folha on line terminou por confirmar isso: publicou essa foto, de ocorrência incidental, creio que no Afeganistão ou coisa que o valha, e mandou para a grande rede.
Não há dúvida de que, em sua essência, essa ou é uma confissão de total incompetência ou uma manifestação de idiotice. Outro aspecto, esse grave, que revela como as agências internacionais podem manipular o sentido do que seja notícia. A foto foi enviada por uma agência.
Do mesmo modo como essa briga de jumentos foi elevada à condição de notícia, e foi acriticamente aceita, é possível mandar informações deturpadas a respeito de determinado acontecimento importante, angulando-se a sua cobertura sob determinado enfoque. E o público, sem condições de avaliar o fato, saber de outras informações, termina por aceitá-lo como verdadeiro. Leia jornais, mas aprenda a ter comportamento que não seja ingênuo. Senão, vão pensar que o público é mesmo burro.
quinta-feira, 16 de abril de 2009

"Vou ter uma conversa com o ministro Guido [Mantega, da Fazenda] e vamos discutir sobre isso com carinho. Precisamos proteger os poupadores, mas não podemos permitir que pessoas que tenham muito dinheiro apliquem tudo na poupança", disse Lula durante solenidade de apresentação dos novos oficiais generais, em Brasília.
"A poupança é para salvaguardar os interesses da maioria da população que não tem muito dinheiro. Para que eles não tenham prejuízo, vamos fazer isso [mudança] com muito cuidado porque queremos preservar o que temos de mais sagrado, que são os poupadores", completou.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
12.out.2007/Marlene Bergamo/Folha ImagemQue político é esse?
Emanoel Barreto
A Folha registra: Adriane Galisteu disse que achou "o fim do mundo" saber que seu ex-namorado, o deputado Fábio Faria (PMN-RN), havia usado verba da Câmara dos Deputados para comprar passagens aéreas para ela, sua mãe e um amigo.
"Pago meus impostos, e muito caro, e agora vejo meu nome envolvido nisso!", disse Galisteu.
.... O episódio é bem uma demonstração da mentalidade e, especialmente, do tipo de gente que se elege. Sim, se elege. Não são eleitos, fazem-se eleger por força do poderio econômico, manipulando a pobreza e ignorância semeadas socialmente. Temos uma sociedade civil frágil, poucos grupos se mobilizam e o resultado é esse: estamos pagando passagens para Adriane Galisteu.
Sinceramente: você acha que esse deputado representa algum interesse social? Tem seriedade, disposição, conteúdo ético, noção pelo menos do que seja um cargo público como o que ocupa? Pobre Brasil, pobre Rio Grande do Norte. E olhe que ele é "Faria". Já pensou no que poderia aprontar se fosse Fábio Faz? Aí sim, faria e aconteceria mesmo.
terça-feira, 14 de abril de 2009
24 horassegunda-feira, 13 de abril de 2009
Que se tornem todos santosEmanoel Barreto
Deu no Estadão: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu nesta segunda-feira, 13, a ocorrência de disputas entre o Executivo, o Congresso e o Judiciário. Segundo Lula, essas divergências são normais, pois fazem parte do processo de consolidação da democracia do País. "Ninguém aqui é freira e nós não estamos em um convento", afirmou o presidente durante cerimônia de lançamento do 2º Pacto Republicano de Estado. "E não me consta na história que num convento também não tem briga", acrescentou, arrancando risadas da plateia.
.... Oremos: talvez fosse melhor que estivéssemos todos num convento, absortos na mais pia meditação e movidos por sacros sentimentos. Os políticos todos de batina, circunspectos, genuflexos, humildes. Deixando de pensar em tramoias, jogos de poder, acertos e empreiteiras.
Como seria bom: todos movidos pelos mais altos sentimentos cristãos, não fariam discursos vazios, escorregadios. Mas orariam pelo bem-comum e talvez até mesmo um deles fosse eleito Papa. Já pensou Sarney I? Ou Maluf I?
Senhor, abrandai o coração daqueles vendilhões do templo. E dai ao povo o que tem ficado com os césares da política. Oremos. Oremos muito.
sexta-feira, 10 de abril de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009
Ficha de Dilma Rouseff nos porões da Oban (Operação Bandeirantes), desencadeada para prender "subversivos"Os verdadeiros criminosos
Emanoel Barreto
Recente entrevista da Folha de S. Paulo com a ministra Dilma Rousseff buscou, em seu passado de guerrilheira, argumentos para apresentá-la jornalisticamente como "criminosa". Passados tantos anos, soa estranho, muito estranho. Não concordo com os métodos da guerrilha. A democracia deve ser conquistada em praça pública, na resistência tática e persistente frente a modelos autoritários, passo a passo.
Mas agora, quando seu nome desponta como provável candidata à presidência da República na eleição de 2010, reavivar tais lembranças é ato político que busca desmoralizar historicamente alguém que, de qualquer forma, agia pensando em ver no país uma outra realidade social, diversa da opressão econômico-militar vigente na ditadura de 64.
A Folha é adepta da candidatura do governador de São Paulo, José Serra. Assim, sob a empanada de estar praticando jornalismo, na verdade age como partido politico que visa atingir, e anular, a presença política de uma adversária.
Quem leu a entrevista percebe que ali não se passava um ato jornalístico de indagação esclarecedora. Perpetrava-se na verdade um interrogatório, cuja finalidade era, mediante proposição de perguntas capciosas, dela obter respostas que a incriminassem, como se fora criminosa comum, não militante política que praticava essa mesma política por meios de contencioso armado.
Por mais equivocados que fossem os métodos, é bastante suspeito que somente agora, às antevésperas de uma eleição, estes sejam relembrados. Detalhe: a entrevista não buscou resgatar as torturas e humilhações que ela sofreu. Voltou-se inteiramente para configurá-la como uma espécie de Joana d'Arc do mal, sectária e violenta.
Na contraface da moeda, entretanto, ela poderia relatar as brutalidades que sofreu como mulher e como ser humano. E aí, certamente, apareceriam os verdadeiros crimonsos.
terça-feira, 7 de abril de 2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009
O Bichosábado, 4 de abril de 2009

Os terrores noturnos e a flecha que voa de dia
Emanoel Barreto
A morte do jornalista e ex-deputado federal Márcio Moreira Alves, uma das figuras icônicas da minha geração, a geração de 1968, transforma aos poucos a história ainda viva em seus personagens em lembrança. Quer dizer: história será sempre história; para mim é que é lembrança, vira saudade.
Pessoas e seus gestos largos de coragem começam a desaparecer. Logo para nós, uma geração que não acreditava em ninguém que tivesse mais de trinta anos. Estávamos todos liberados para viver a eterna juventude. Tolos e sublimes, como éramos.
Ainda me lembro das passeatas de 68, maio de 68. Um movimento que começou em Paris sob a liderança de um jovem, Daniel Cohen Bendit, Danny o Vermelho, espalhou-se pela Europa, ganhou os campi norte-americanos e explodiu como uma bomba de girassóis insurretos na América do Sul, Brasil. Natal, por consequência.
O lema: "Seja realista; peça o impossível." De alguma forma continuo pensando assim. O impossível será sempre a minha meta. Mesmo caminhando entre os terrores noturnos e sob as flechas que voam de dia.
(Na foto, Márcio faz seu tremendo discurso, em que conclama as mães a não deixar que seus filhos fossem assistir ao desfile de 7 de Setembro, lembrando que os militares que então desfilariam eram os mesmos que prendiam aqueles meninos e meninas e davam sustentação à ditadura).
sexta-feira, 3 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009
Foto: Miguel ClaroSilêncios, sombras
Emanoel Barreto
Sombras solúveis irrompem lentamente
e se misturam plenas em si mesmas.
Em silêncio nós somos liquefeitos
e seguimos os passos do não-vir.
terça-feira, 31 de março de 2009
Ouvirus do Ipiranga às margens plácidas...Emanoel Barreto
segunda-feira, 30 de março de 2009
Dona da Daslu: poderosa, heim?Emanoel Barreto
A Folha conta: A condenação de quase cem anos de prisão imposta a Eliana Tranchesi, dona da Daslu, e a seu irmão Antônio Carlos Piva de Albuquerque é um fato isolado ou pode ser o início de uma tendência da Justiça para punir quem é acusado de fugir do pagamento de tributos? Para advogados criminalistas, tributaristas e ex-dirigentes da Receita Federal, a pena determinada para Tranchesi e seu irmão - os dois conseguiram liminares da Justiça e já estão em liberdade - representa decisão isolada de uma juíza (Maria Isabel do Prado, da 2ª Vara Federal em Guarulhos) e não deve ser exemplo para outras sentenças que envolvam crimes de sonegação fiscal.
Detalhe: Para o ex-secretário da Receita Federal e consultor tributário Everardo Maciel, a sentença dada à dona da Daslu é "completamente desproporcional". "Não conheço o caso específico, mas sinto que existe uma espécie de má vontade e indisposição contra pessoas que têm boa situação financeira. A condição financeira não deve ser critério para proteger, muito menos para perseguir."
... A sra. Eliana Tranchesi e seu irmão são criminosos. Se foram condenados, são criminosos. E criminosos de alta periculosidade. São detentores de periculosidade social. O que quero dizer com isto? Simples: fazem um mal coletivo. Sonegam impostos, quer dizer, roubam dinheiro que deveria ser encaminhado aos cofres públicos, por conseguinte, dinheiro público, para uso a favor do público.
Com isso, configuram-se como indivíduos de periculosidade. Cavilosos, juristas entrevistados pela Folha minimizam a ação dos dois, alegando que não houve crime de sangue. Manipulam o repúdio histórico e ancestral ao provavelmente mais antigo delito do mundo: o homicídio. Com como não mataram, mas "apenas" se apoderaram de dinheiro público praticando, digamos assim, crimes delicados acham que não devem ser punidos. Maria Antonieta também, pensava assim, não? Perdeu a cabeça.
Detalhe Final: os dois irmãos já estão livres. Ganharam liminar e podem voltar às suas atividades.
quarta-feira, 25 de março de 2009
A "compaixão" de Pedro Bialterça-feira, 24 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009
Alma minha, gentil...Emanoel Barreto
Alma minha, gentil, não vês que já há choro e ranger de dentes
e ainda nem chegou o Apocalipse?
Alma minha, gentil, não sabes dos dramas e pesares
que pesam sobre o mundo?
Alma minha, gentil, por que te calas?
Alma minha, gentil, será que és gentio?
sábado, 21 de março de 2009

sexta-feira, 20 de março de 2009
Índio não quer apitoquinta-feira, 19 de março de 2009
E no Senado, os senadores senam...Emanoel Barreto
quarta-feira, 18 de março de 2009
Se não tem pão, coma briocheEmanoel Barreto
Com as mudanças no mercado de capitais, a insegurança, como dizem "eles", os bancos agora estão querendo tirar muito de quem já tem pouco: agora "eles" estão querendo que o governo autorize a redução na renda das cadernetas de poupança, a fim de beneficiar quem?, quem?, quem? "Eles", naturalmente.
Os mecanismos de poder, as diversas formas de homens ou grupos de homens determinarem o que os demais devem ou podem fazer, são muitos. Um destes mecanismos é a posse, a propriedade e o controle do dinheiro.
E os bancos, agora, intentam mais uma manobra, a incidir diretamente sobre o pequeno poupador, aquele que não tem informações nem disponibilidade financeira para investir em fundos ou ações.
A redução no rendimento da poupança, que já baixo, corre o risco de cair ainda mais. "Eles" não querem e sequer cogitam de abrir mão de seus polpudos lucros, lucros advindos da usura social que desaba sobre os mais fracos. É histórico: sempre que as elites perdem, se é que perdem, mesmo que seja só um pouquinho, tratam de aumentar o fardo dos que trabalham para sustentar a sua inércia.
Não é justo. Mas é o que está posto. E se o povo não tem pão, como dizia a rainha Antonieta, que coma brioche.
terça-feira, 17 de março de 2009
Ele é um bom companheiroEmanoel Barreto
.......Os gerentes, criadores e usufrutuários da crise, agora querem um home care para sair do choque. Procupadíssimos com sua aflitiva situação, não se cansam de encontrar novos meios para locupletar suas vontades de dinheiro, mais dinheiro.
As elites que geraram a atual situação encontram-se em plano privilegiado: após arrombar o cofre social, querem que desse mesmo cofre saia sua própria solução. Trata-se de um processo perverso em que a vítima, o mundo todo, é obrigada a ressarcir de uma de forma os seus algozes.
As economias cambaleiam, gente perde emprego em todo o mundo, mas os responsáveis exigem dinheiro, bônus cruel para atender a seus instintos. Oremos.
segunda-feira, 16 de março de 2009
A voz que então falavaEmanoel Barreto
É terror, é medo, é desespero?
É, é tudo isso e ainda desamparo.
Na boca presa o coração estala.
Na alma tensa o sol já se apagou.
Depois, vem mais um dia.
E quando o dia acaba a voz que falava é silêncio, cicio, noite mortiça, neblinas, negror.