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sábado, 24 de dezembro de 2011

Deu na Folha

Atriz de "A Doce Vida" pede dinheiro para sobreviver


DA FRANCE PRESSE, EM ROMA
A atriz sueca Anita Ekberg, ícone do cinema e que em setembro completou 80 anos, empobreceu a ponto de ter que pedir ajuda financeira à fundação do célebre cineasta italiano Federico Fellini, informou nesta sexta-feira o jornal "La Stampa", da cidade de Turim. 

"Não é elegante dizê-lo, mas a senhora Ekberg sofre de uma verdadeira falta de liquidez", disse ao jornal Massimo Morais, um administrador nomeado pela Justiça e que pediu em nome da atriz os subsídios de emergência da Fundação Fellini.
"A fundação ainda não respondeu, mas eu conto com a solidariedade dos benfeitores, que queiram ajudar, mesmo modestamente, uma grande atriz que merece", disse. 

A atriz marcou a história do cinema com uma lendária sequência no filme "A Doce Vida" (dirigido por Fellini em 1960) rodado junto à Fontana de Trevi e na qual Ekberg atua junto a Marcello Mastroianni. Ekberg agora vive em um asilo perto de Roma.

Divulgação
A atriz Anita Ekberg em cena do fime "A Doce Vida", de 1960
A atriz Anita Ekberg em cena do fime "A Doce Vida", de 1960  
Limitada a uma cadeira de rodas desde que quebrou o fêmur em uma queda, Ekberg teve que deixar sua casa depois de um incêndio provocado por ladrões. Além de alguns vizinhos e dos serviços sociais, a diva recebe poucas visitas e passa o tempo escrevendo suas memória. 

Ao celebrar seus 80 anos, em setembro, a atriz admitiu em uma entrevista que se sentia "um pouco sozinha". "Os dias são infinitamente longos", disse ao jornal "Il Corriere della Sera".

domingo, 27 de novembro de 2011

Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces

Dercy Gonçalves
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Veja só que texto encontrei na Folha. Abaixo, comento.

Fina Estampa" vai ter um assassinato a cada mês



João Fernando (interino)

Para movimentar ainda mais a trama da nove, Aguinaldo Silva vai matar um personagem a cada mês. De acordo com integrantes do elenco, o autor já tinha avisado aos atores de que haveria uma morte a cada 30 capítulos. A primeira vítima foi Zilá (Rosa Marya Collyn), que no sábado passado teve o corpo encontrado misteriosamente na mata. 
.........

Senador é tudo, menos zumbi

Ao ler a respeito da ficção quase delirante do gênio de Aguinaldo Silva, uma das mentes mais criativas e ácidas da -  vá lá -, teledramaturgia, veio-me à cabeça o seguinte: já pensou se alguém, um misterioso assassino agisse sorrateiramente no Congresso,  passando a eliminar senadores e deputados e transformando aquela Casa em palco de horror-show de grande impacto, um reality show exato e na essência da palavra?

Já pensou? Primeiro, apareceria um senador jogado sobre a bancada da presidência, o corpo exangue e muito branco. O corpo seria encontrado de manhã, o que levaria a supor que a eliminação fora feita durante a longa e escura noite do Congresso, templo sombrio de negócios e de lsis, local onde  acontece de tudo.

Já pensou a manchetaça da Folha, a circunspecta chamada do Estadão? E a coisa continuaria assim: senadores e senadoras, deputados e deputadas aparecendo mortos das mais diversas maneiras: pendurados no teto do congresso, boiando nos espelhos d'água de Brasilia, atirados sobre o teto dos palácios, espichados nos enormes leitos das mansões, jogados ao chão de alguma boate cara e reluzente. E tudo isso, sem  dúvida, dentro de prazos que faria estupefata a equipe de Criminal Minds: a cada semana um mandatário morto.

Brasília entraria em polvorosa: quem estaria matando aquelas nobres e candentes pessoas, todas dedicadas ao serviço público e ao bem-comum, à temperança dos costumes sóbrios e à prestação de relevantes serviços à pátria e a história. Quem? Mistério...

Enquanto isso, mais e mais vítimas iriam se acumulando até que um dia, como que por encanto, todos os mortos reapareceriam lampeiros e mais sôfregos que nunca: os jornais enlouqueceriam, os repórteres estariam à beira de um colapso, tal a profusão de pessoas - e pessoas ilustres - ressuscitadas. Uma revolução. Até na comprovação de vida após a morte.

Os ressuscitados, então, convocariam uma grande coletiva. Imprensa nacional e internacional. O mais velho deles, o presidente do Congresso então falaria, dizendo: tudo aquilo fora uma encenação com bons propósitos. Todos haviam participado de um grande show da Rede Globo como parte da campanha da campanha Seu Talão Vale um Milhão. Perdão, errei: tinham participado da campanha Criança Esperança, era o que queria dizer.

Todos haviam participado de graça, de graça, note, cedendo direitos de imagem a grande novela global a ser lançada sob o título: "Quem matou Carmélia?", sendo Carmélia uma pobre senadora que vendia ovos de páscoa para ajudar a seu lamentável irmão, semi-analfabeto e vereador mal remunerado em cidadezinha dos pampas. O dinheiro da novela iria para o Criança Esperança, entendeu leitor?

A trama era assim: Carmélia, desesperada por ser senadora, e pior que isso, pobre, pois seus pares não compravam os ovos de páscoa, fizera conjura com um caseiro que mataria congressistas a serviço de um feiticeiro do Haiti, muito necessitado de corpos para suas experiências na criação de neo-zumbis. Os corpos seriam entregues ao tal feiticeiro, que trabalhava para a CIA e pagava em dólar. Carmélia ficaria rica, igual a seus colegas.

Mas afinal o caseiro voltava-se contra Carmélia e seria ela também morta, apoderando-se o caseiro do pagamento milionário feito pelo feiticeiro a Carmélia. E a novela transcorreria sob a indagação: "Quem  matou Carmélia?". Ela reapareceria no último capítulo. Transformada em zumbi e fazendo justiça ao maléfico caseiro. Muito justo.

Quanto à presença dos congressistas na novela o presidente da Casa disse que, como a participação dos deputados e senadores havia terminado, todos haviam resolvido retornar ao trabalho, a fim de continuar prestando grandes serviços à nação, no que foi muito aplaudido.

Nisso, aconteceu o imprevisto: a atriz que havia feito o papel de Carmélia descobriu que havia participado de sessões do congresso ao entrar por acaso em plenário, e até havia votado a favor da destruição de dez por cento da floresta amazônica. Assim, queria porque queria receber o salário de senadora, cumulado de jeton e propinas de até 20 por cento conforme reza a Constituição.

Os senadores, é claro, repudiaram ato tão vil, pois propina é coisa séria. A ser negociada em restaurante de luxo e gabinetes fechados a sete chaves. Então, entraram em confronto com a atriz que foi surrada a golpes de látego e fugiu para junto de seu irmão semi-analfabeto, homiziando-se nos longínquos pampas. Dia seguinte, diante do acontecido, a Folha abriu manchetaço de três linhas, seis colunas: 

Acaba mistério dos senadores-zumbis;
sem jeton não dá pra ser feliz.
Senador é tudo, menos otário

domingo, 29 de maio de 2011

 A beleza de Helena

Leio no Estadão matéria do jornalista Luiz Carlos Merten, do Estadão, a respeito de Catherine Deneuve. No trecho que selecionei, registro inusitado: um dos repórteres ficou literalmente paralisado à frente do mito. Diz matéria:

Passaram-se os anos - as décadas -, mas o tempo continua respeitando a bela da tarde. Catherine Deneuve é uma senhora, mas prescinde das plásticas e do botox para continuar impressionando. Se recorreu ao bisturi, foi com muita parcimônia. A silhueta é que está mais pesada. Ela não é mais a loira delgada que cantava e dançava com a irmã, Françoise Dorléac, em Duas Garotas Românticas (Les Demoiselles de Rochefort), de Jacques Demy. Mas canta no novo Christophe Honoré, Les Bien-Aimés, Os Bem-Amados, que encerrou o Festival de Cannes, no domingo passado.
No início da tarde daquele dia, Catherine recebeu um reduzido grupo de jornalistas - quatro, incluindo o repórter do Estado, mas um ficou mudo, decerto pelo choque provocado por estar diante do mito - para falar do filme e de sua extraordinária carreira.

........ 
 Os jornalistas construímos os mitos, exaltamos qualidades e apresentamos defeitos e os mitos aparecem. Positivados ou discrepantes, apolíneos ou bizarros. E muitas vezes, diante de nossa própria obra, caímos a seus pés. A verdade e a ilusão tornam-se aceitáveis desde que lhes tenhamos fé. E assim, diante daquilo que foi criado, perante e beleza de Afrodite, o repórter caiu: como caíam, dizem, as tropas gregas ao ver caminhando pelas cimeiras das muralhas de Troia o perfil magnífico de Helena.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Deu no Estadão:

Morre nos Estados Unidos a atriz Elizabeth Taylor

Aos 79 anos, a intérprete de Cleópatra sofria de complicações cardíacas

A atriz Elizabeth Taylor morreu aos 79 anos, nos Estados Unidos, na manhã desta quarta-feira, 23. Ela estava internada havia seis semanas no hospital Cedars-Sinaides, em Los Angeles, e faleceu em decorrência de complicações cardíacas.
Mario Anzuoni/Reuters - 18.02.2011
Mario Anzuoni/Reuters - 18.02.2011
 
Liz Taylor foi operada em 2009 com uma falha na válvula cardíaca, uma intervenção que segundo palavras da atriz saiu "perfeitamente bem". Além de sofrer de diversas pneumonias durante sua vida, ela superou nos últimos anos problemas na coluna, diversas operações de quadril e, inclusive, um tumor benigno no cérebro que foi retirado em 1997. Além disso, a atriz teve um passado de abusos de álcool e drogas.
Em comunicado, a agente da atriz, Sally Morrison, informou que Elizabeth Taylor morreu "em paz" e cercada pelos quatro filhos. "Apesar de ter sofrido recentemente uma série de complicações, a condição estava estável e se esperava que ela pudesse voltar para casa. Infelizmente, não era para ser", completou.
"Minha mãe era uma mulher extraordinária que viveu a vida ao máximo, com muita paixão, humor, e amor. Apesar de sua morte ser devastadora para aqueles que a mantiveram tão próxima e de forma tão querida, sempre seremos inspirados por sua contribuição duradoura ao nosso mundo", disse o filho da atriz Michael Wilding.

Nascida em Londres, em 27 de fevereiro de 1932, de pais norte-americanos, Elizabeth retornou para os EUA no final da Segunda Guerra. A mãe, Sara, abandonou a carreira de atriz ao se casar com o pai, Francis Taylor, mas enconrajou a filha a seguir seus passos. As duas foram muito próximas até a morte de Sara, em 1994, aos 99 anos.

Em 1963, Liz Taylor notabilizou-se pelo papel de Cleópatra. Elizabeth ganhou o Oscar duas vezes, pelos filmes Disque Butterfield 8 (1960) e Quem tem medo de Virginia Wolf? (1966). No fim da vida, tornou-se famosa por seus sete casamentos e pelo comportamento às vezes excêntrico. Ela vinha apresentando problemas de saúde nos últimos anos e apareceu em público em estado de saúde frágil.

A atriz encabeçou uma série de causas, principalmente o combate à aids. Após a morte do amigo Rock Hudson, ela abriu uma fundação contra a doença para a qual dedicou seu tempo e dinheiro - principalmente a partir do declínio da carreira, na década de 1980.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces

Julie Andrews
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces

Doris Day
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

A miserável condição humana ou o ridículo perfeito

Elizabeth Taylor, aos 78 anos, apresenta e figura de quem não acedeu ao declínio do corpo nem compreendeu a passagem do tempo. Não parece estar vivendo o glorioso instante do envelhecer, respeitando a velhice e o que ela tem de bom: sabedoria, consciência de que somos seres voltados à queda, compreensão de que essa queda é natural e pode ser revertida em coisa magnífica quando vivida como coisa magnífica.

O apego às aparências, ao material, a fez ficar como na foto: um ser arquejante, uma montagem de trajes e joias, bricolage desesperada de atavios em busca do tempo passado, a beleza esmaecida, perdida para sempre.

Levada ao hospital com sintomas de crise cardíaca, apresenta uma vaidade grotesca e quase terrível. Jóias de aspecto horrendo, roupas burlescas, excesso caricato, suntuosidade lamentável. La Taylor chegou ao ridículo perfeito. Que pena.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Maria Schneider: o último acorde de um tango triste

As coisas de jornal, sejam na internet ou páginas nas impressas, contam da morte de Maria Schneider, "após uma longa doença", menção cifrada a "câncer", a doença temível, que tem uma espécie de rancor contra os corpos e vidas que habita, parasitando a saúde, decompondo faces, destruindo futuros, aniquilando a vítima e os familiares que a seu lado sofrem. Com ela não foi diferente. A beleza facial cedeu lugar a uma expressão sofrida, que sempre é aposta à condição humana em momentos, às vezes longos momentos, quando nos havemos com tormentos e dores as mais diversas.
Francois Guillot/AFP/Divulgação MGM

La Schneider tornou-se famosa em 1972 ao estrelar a obra-prima de Bernardo Bertolucci "O último tango em Paris", contracenando com Marlon Brando, música de Gato Barbieri. O filme causou furor, literalmente. Foi censurado em Portugal, Espanha, Reino Unido, Coreia do Sul, Itália e Chile. As cenas de sexo entre a ardente menina de 19 anos e o atiçado homem de 48 anos eram algo demasiado para certas plateias. A cena do coito anal apavorava aqueles públicos ou pelo menos as autoridades que se sentiam na obrigação de vedar sua exibição.

A Folha informa que depois de O tango "Schneider atuou em mais de 50 filmes em sua carreira. Seu último trabalho foi no filme "Cliente", de 2008. Além de protagonizar "Último Tango em Paris" ela também trabalhou com o diretor Michelangelo Antonioni em 1975 em 'Profissão: Repórter'", ao lado de Jack Nicholson.

Todavia, em nenhum outro filme foi tão marcante como no Tango. A década de 70 ainda tinha sobre si a criatividade e o arrebatamento dos insurgentes anos 60 e Schneider, filha do ator Daniel Gélin, assumiu por inteiro o sentimento e a força da obra de Bertollucci.

Sinopse da Folha detalha sobre o filme: "Ele (Brando) é um americano de 45 anos morando em Paris, atormentado pelo suicídio de sua esposa. Ela (Maria Schneider, Jane Eyre) é uma beldade parisiense de 20 anos, noiva de um jovem cineasta. Sem sequer saber os nomes um do outro, estas duas almas torturadas se unem para satisfazer seus desejos sexuais em um apartamento tão vazio como suas trágicas e sombrias vidas. Arrebatados em uma dança carnal frenética que eles parecem incapazes de interromper, esses dois amantes improváveis levam sua paixão a alturas e profundezas eróticas acima de qualquer coisa que eles jamais haviam imaginado..".

Umsa grande atriz... Tinha 58 anos...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces

Gloria Swanson
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Memórias póstumas de Sônia Braga ou essas recordações me matam

A atriz Sônia Braga declinou de papel que faria na minissérie "Lara com Z", na Globo. Li nas coisas de jornal que circulam na internet que o motivo fora a cobrança, por parte dela, de "cachê internacional". Explicando: a ex mulher-mais-sexy-do-Brasil teria tido a petulância de cobrar cachê alto demais para quem já não é mais tão bela. 

Ou seja: Sônia Braga não é mais "Sônia Braga", o padrão, o ser estético-erótico que encarnava quando no papel de "Gabriela". Lembra de Gabriela? Pois bem, a Globo comparou Sônia com Sônia-Gabriela e viu que o fantasma tem maior valor. Mas, como fantasmas não atuam em produções globais...

Sônia-Gabriela passou porque o tempo passa e o tempo não para. E o suporte material  da atriz, seu artefato corporal, ingressou em outras idades e vieram as naturais transformações do corpo-objeto.

Isso faz com que ela passe a ser comparada a si mesma e nessa luta Sônia sai perdendo. Tornada  pelo show business protagonista e antagonista ao mesmo tempo duas mulheres se digladiando num mesmo dispositivo, o corpo envelhecedor é enxotado frente ao corpo fêmeo belo, e o passado leva vantagem; já não se quer mais pagar ao corpo presente aquilo que se pagaria ao corpo passado. E a bela é transformada em fera decadente, assombrada pelo espectro de si mesma. Suas recordações são sua morte.

 Na matéria que li, ela faz alusão a algo como respeito próprio, atenção ao que é em si, competência dramática, algo assim, para não aceitar a contraproposta da emissora. Tem razão. O problema é que, quando jovem, imergiu, como muitas, na ilusória realidade de considerar-se como sendo jovem, quando apenas estava jovem.Vera Fischer, que não tem um milionésimo do talento de La Braga, que o diga. Há quanto tempo não a vê brilhando nas novelas da Globo? Nem verá mais, pessoa, nem verá mais. O sarcófago do show business é implavável.

Sônia Braga colou a si a imagem do mulherão, apenas o mulherão, corpo a ser vendido, visto e analisado apenas enquanto mulherão. Desumanizou-se e passou a fetiche de si mesma, objeto da indústria cultural. 

Agora, certamente reivindicando espaço pelo talento, talento que sem dúvida tem, faz-se a comparação da pessoa com o objeto. E como o objeto não está mais presente, torna-se a pessoa um zumbi à procura de vida própria - mas a vida já passou. Sem dúvida já habita a carcaça de outra beleza, que na sequência virá a ser desprezada. Sônia Braga tornou-se um exercício de memórias póstumas.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces

Ava Gardner
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces Faces

Grace Kelly
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