Departamento de Comunicação da UFRN realiza seminário sobre produção audiovisual
O Departamento de Comunicação da UFRN realiza o Seminário Caminhos do Audiovisual,
nos dias 30/09 e 1/10, a partir das 19 horas, no Labcom. Contará com a presença de
profissionais com experiência na produção de áudio e vídeo, em diversos formatos.
A primeira atividade será a palestra Produção de Documentário, ministrada pela
professora Maria Angela Pavan e o produtor de audiovisual Alexandre Santos. Maria
Angela Pavan é professora do Departamento de Comunicação Social da UFRN, do programa
de pós-graduação em Estudos da Mídia e Doutora em Comunicação pela Unicamp.
Alexandre Santos é radialista e jornalista; é técnico do laboratório de Rádio
Decom/UFRN; participou dos projetos “Com Quantas Ave-Marias se Faz uma Santa”, “Mais
que um filme legendado” e “Alma das Ruas”. A palestra tem início às 19 horas, na
quinta-feira.
Na sexta-feira, às 15:30, acontece a Aula Espetáculo com o compositor Hilton Acioli,
parceiro de Geraldo Vandré em diversas canções. Hilton é potiguar, mora em São Paulo
desde 1956, quando iniciou carreira artística no trio Marayá. Venceu o 3º Festival
Universitário de Música Popular Brasileira. Mais tarde, ganhou notoriedade ao compor
o jingle “Lula-lá” usado na campanha para presidente, em 1989. Este jingle é
considerado por muitos o mais conhecido do Brasil. A aula contará com a participação
do professor João Emanoel Evangelista de Oliveira, pró-reitor de planejamento e
coordenação geral da UFRN, e doutor em Comunicação.
O evento se encerra na sexta-feira à noite, às 19:30 horas, com a palestra O
Documentário Artístico, realizada pelo professor João de Lima Gomes, Doutor em
Comunicação pela Usp. Lima é chefe do Departamento de Comunicação da UFPB,
coordenador do Núcleo de Documentação Cinematográfica/NUDOC/UFPB, desenvolve
pesquisas sobre a produção audiovisual e novas tecnologias.
"Não é justo alguém ter o direito de ter uma empresa de aviação e outro não ter o direito de comer um pão." /////// JAMAIS IDE A UM LUGAR GRANDE DEMAIS. A UM LUGAR AONDE NÃO TENHAIS CORAGEM DA IMENSIDÃO - EMANOEL BARRETO - NATAL/RN
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
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UFRN
terça-feira, 8 de junho de 2010
http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/uploads/2009/06/cerveja-com-viagra.jpg
Viagra pra dentro, pinto pra foraEmanoel Barreto
Vivemos o pleno da sociedade do espetáculo. Espetáculo que não está, é preciso que se entenda, apenas nos diversos palcos do teatro da vida: TV, revistas, jornais, internet, rádio e todas as quinquilharias digitais. O espetáculo está na vida mesmo, nos relacionamentos do cotidiano, na obediência a padrões de necessidades artificiais, criadas para vender produtos, geradas para provocar comportamentos.
O espetáculo está no exibicionismo de uns para os outros: veja só meus peitos, olhe só minha bunda, estou com tudo em cima.
Por exemplo, tornou-se senso comum que a mulher tem de ser magra e ser peituda. Então, silicone nela.
Quanto ao homem, tem de estar sempre atento e forte. Se não dá, Viagra nele. Perigosamente, um medicamento passa a ser mercadoria no sentido mais vulgar e a performance sexual do macho passa a ser elemento de mercado.
A partir de amanhã o Viagra estará mais barato. Registra o Estadão: "A partir desta quarta-feira, 9, o preço do Viagra (citrato de sildenafila), medicamento indicado para o tratamento da disfunção erétil produzido pela Pfizer, será 50% menor do que o praticado até agora em todas as suas apresentações. Com essa redução de preço pela metade, o Viagra será mais barato do que sua versão genérica, uma vez que o valor médio de cada comprimido será de aproximadamente R$ 15. Além disso, a companhia lançará apresentação em embalagem com um único comprimido de 50 mg."
A naturalização de um medicamento como artefato sexo-recreativo é tamanha que o texto do jornal torna-se eminentemente propagandístico-exultante. Veja só a frase "Além disso, a companhia lançará apresentação em embalagem com um único comprimido de 50 mg.". Percebe como fica insinuado que você, homem, não deve perder a "promoção"?
O restante da notícia segue a retórica publicitária, sem levar em conta efeitos coleterais que a droga possa produzir, quais os sinais que indicam realmente disfunção erétil, dosagem do remédio, etc..., etc..., etc... O jornal agora é médico.
Então, é isso: mulher, barriga para dentro, peito para fora; homem, Viagra pra dentro, pinto pra fora.
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