Caras Amigas,
Caros Amigos,
Havia no ar um desafio de sombras;
bujarrona, quilha e proa voltadas para o além-mar.
A nave cumpre seu rito
de navegar, sempre, destinos presos ao mar.
Grumetes, jovens gajeiros, marinheiros,
artilheiros,
eis-vos agora, louca, solta no vento,
a mestria de viver.
E o vento não tem cordame, onde se possa agarrar.
O navio solta os panos, luzes acesas na cabina.
Pelas leis do mar, o Comandante ficará até o fim.
Emanoel Barreto
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